sexta-feira, 4 de março de 2011

Foi assim...

A adrenalina que percorria minhas veias, refletiam nos meus lábios trêmulos, ansiosos para ser encontrado pela boca macia que sinto nas noites solitárias te esperanando.
Minha pupila dilatada pelo eco infindável dos teus olhos, rasgam as vestes do desapego jogando-as pela janela do seu carro. A língua da sua boca veste-me o adorno dos sentimentos aflorados que toma meu fôlego. O mundo gira, as horas passam, mas a única coisa que sinto é o som que saem dos teus olhos, me envolvendo nos laços dos teus braços.